A nota de rodapé usualmente serve para explicar melhor algum termo do texto que estamos lendo. Mas quando o texto em si é apresentado em formato audiovisual, como ler o que não aparece em tela? A resposta para isso surge no formato de blog. Muito mais do que alguns tweets soltos na internet, como jornalistas, nós precisávamos dar voz a nossas próprias impressões sem nenhum limite de caracteres. E além disso, sem as barreiras que o jornalismo costuma criar ao pedir objetividade em cada matéria. O jornalismo de entretenimento por si só tende a opinião, porque como escrever uma resenha sem de fato analisar o que me agrada em um filme? Aderir aos nossos gostos e desgostos foi nossa tarefa nesse blog, e para isso, começamos com o que nos cativou primeiro: a literatura. Jornalistas são devoradores de livros, mas cá entre nós, nossas melhores escolhas não são consideradas tão cultas e eruditas assim. Depois de um certo preconceito literário, elas ganharam as telas e mai...